O universo das criptomoedas tem vindo a ganhar cada vez mais relevância no mundo financeiro, com os neobancos a assumirem um papel preponderante nesta evolução. A Revolut, um dos neobancos mais populares a nível global, com mais de 35 milhões de clientes, tem vindo a apostar fortemente neste mercado, procurando expandir a sua oferta de produtos e serviços relacionados com criptomoedas.
Recentemente, a empresa notificou alguns dos seus clientes acerca de novas funcionalidades na sua plataforma de criptomoedas, que estão a ser testadas numa fase beta. Estes serviços, destinados a melhorar a área de criptomoedas da Revolut, prometem aumentar a monitorização e o serviço dos mercados de criptomoedas, além de oferecer comissões muito mais baixas que antes, variando entre 0% e 0,09%.
No entanto, é importante salientar que o mercado de criptomoedas é volátil e não possui qualquer tipo de regulação, fundos de resgate ou garantias. Portanto, é um mercado de alto risco, onde até mesmo os mais experientes não podem garantir que não se perca dinheiro. Qualquer transação baseada em criptomoedas será sempre realizada sob a responsabilidade do investidor.
A Revolut não é a única a apostar neste mercado. Outros neobancos também estão a explorar o potencial das criptomoedas. Além disso, empresas como a Orange, através do Orange Bank, e outras como MyInvestor, Qonto ou Monese, também estão em crescimento e consolidação comercial.
A expansão das criptomoedas nos neobancos é um reflexo da crescente digitalização do setor bancário. A digitalização e a inovação são cada vez mais a norma, com os neobancos a liderar esta transformação. No entanto, é importante lembrar que, apesar das potenciais vantagens, o mercado de criptomoedas é altamente volátil e arriscado. Portanto, qualquer investimento deve ser feito com cautela e consciência dos riscos envolvidos.
Fonte: Coindesk











