Despedimentos na Amazon vão continuar

OSTFILDERN-SCHARNHAUSEN, GERMANY - MAY 18, 2014: A large stack of parcels by Amazon.com in different sizes is awaiting its customer in front of an entrance door of a flat on May, 18, 2014 in Ostfildern-Scharnhausen near Stuttgart, Germany. This conceptual photo can serve different purposes: It might demonstrate the domination of Amazon.com in the area of online shopping or the trend in general to shop online for all the different items you need in your personal life.

A Amazon vai continuar a cortar empregos novamente no início de 2023, informou o CEO Andy Jassy. Os funcionários já começaram a receber cartas com essa indicação.

A empresa confirmou publicamente algumas demissões, mas ainda não se sabe ao certo quantos funcionários vão sair da empresa após a entrada no Ano Novo: “haverá mais reduções de cargos à medida que os líderes continuarem a fazer ajustes”, esclarece Jassy.

O vice-presidente sénior de dispositivos e serviços, Dave Limp, também confirmou que os despedimentos vão continuar, mas “priorizamos a comunicação direta com os funcionários afetados antes de fazer anúncios públicos ou internos amplos”, confirma. A empresa tentará encontrar funções para as pessoas afetadas internamente e, se não conseguir, os trabalhadores receberão pacotes de indemnização, de acordo com Jassy. As notícias vão dando conta que a Amazon planeia demitir aproximadamente 10.000 funcionários.

Além das sucessivas quebras no mercado online à medida que os confinamentos foram diminuindo e as pessoas foram regressando ao trabalho presencial, também a Alexa gerou um prejuízo de cerca de três mil milhões de euros à Amazon. Este valor é o mais elevado dentro das diversas divisões que compõem a Amazon, ou seja, o departamento encarregue do desenvolvimento da Alexa é aquele que atualmente gera mais prejuízo à gigante do comércio online.

Estes valores demonstram que a estratégia da Amazon para a venda de hardware através dos seus serviços não está a funcionar como expectável. Ou seja, usar a Alexa como incentivo para a compra de dispositivos Echo não foi algo bem conseguido. Alguns funcionários têm vindo a público dizer que não há uma estratégia de comunicação definida para a Alexa e nem a própria empresa consegue resumir os seus benefícios.

Apesar destes relatos, a Amazon reafirma o seu compromisso com a sua assistente virtual e promete continuar a investir neste serviço. A divisão da Alexa é uma das visadas nos despedimentos.

Fonte: The Verge

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