Há mais uma tecnológica a aumentar o número de despedimentos anunciados em pouco mais de um mês. A notícia agora é sobre a norte-americana Dell que vai reduzir a sua força de trabalho em 5%. A decisão, segundo foi comunicada em nota de imprensa, tem a ver com o abrandamento da procura de computadores pessoais da empresa e instabilidade económica, que obriga a empresa a reajustar a sua estrutura.
As percentagens que têm vindo a público mostram que o mercado está a ser impactado pela retração na procura, a inflação e a incerteza económica.
Na nota de imprensa lê-se que a Dell está a enfrentar condições de mercado que “continuam a sofrer uma degradação” e a fazer prever “um futuro incerto”. Antes de avançar com despedimentos, a empresa já tinha suspendido contratações e feito a contenção de viagens, mas nenhuma destas medidas chegou para travar a degradação das condições de negócio. As perspetivas à data de hoje são que uma eventual recuperação possa surgir só a partir de 2024.
A Dell junta-se assim a uma lista que também inclui empresas como a Microsoft, que já confirmou a saída de cerca de 10 mil colaboradores até ao final deste primeiro trimestre, assim como a SAP, IBM, Amazon ou Salesforce, respetivamente com cortes de três mil, 3,9 mil, 18 mil e 8 mil colaboradores. Estima-se que só em janeiro o número total de cortes anunciados tenha ultrapassado os 85 mil.
Apesar dos cortes, ao portfólio XPS chegou, agora, mais um desktop – o XPS 8960 – equipado com processadores Intel Core i9k de 13.ª geração, placa gráfica NVIDIA GeForce RTX 4090 ou AMD Radeon RX 6900 XT e memória DDR5, com uma performance 60% mais rápida que DDR4.
O novo equipamento da Dell conta, ainda, com algumas atualizações no design externo, incluindo uma moldura de alumínio, além de novas cores: Grafite e Platina. Quer seja para transmissão ou edição de fotos, os Dell XPS 15 e XPS 17 são máquinas de alto desempenho e novo design, construídas para potenciar projetos criativos.











